Eu abro no fecho

[…] Apenas uma breve recapitulação: No filme anterior, Dumbledore (Michael Gambom) revela a Harry que o único meio de acabar com Voldemort (Ralph Fiennes) é destruindo as partes de sua alma que estão dividas em sete, as chamadas horcruxes. Duas já estão fora da jogada, o diário de Tom Riddle (destruído por Harry na Câmara Secreta) e um anel, esse último pelo próprio Dumbledore. Agora faltam quatro, a sétima é o pedaço da alma que ainda está no corpo de Voldemort. Além das horcruxes poderem estar em qualquer lugar do mundo, para piorar Dumbledore morre. O mago deixa para seu pupilo enfrentar sozinho (com a ajuda de Rony e Hermione, é claro) o desafio que será o maior de sua vida.

Sendo assim, o que resta agora para o trio é ir atrás desses artefatos amaldiçoados. “As Relíquias da Morte: Parte 1” começa com o tom sombrio e preocupante deixado no término do anterior. […] Entra o logotipo da Warner, agora todo enferrujado. Sai o logotipo da Warner e somos conduzidos por Snape (Alan Rickman) até a mansão dos Malfoy, lugar onde está reunida toda a grande escória do mundo bruxo (os Comensais da Morte) sob a narina ofídia e as mãos cadavéricas de Lord Voldemort.

A passagem que se segue é cuidadosamente forjada para que o espectador sinta, aos poucos, que será impossível ver, ao longo da projeção, qualquer vestígio do espírito ingênuo e previsível criado por Chris Columbus nos dois primeiros filmes. Para quem acompanhou a saga ao longo desses quase dez anos, fica quase impossível lembrar-se daqueles filmes que marcaram a infância de tanta gente (a não ser talvez, ironicamente, na cena da dança citada no primeiro parágrafo). Na mansão dos Malfoy, uma professora de Hogwarts é torturada, morta e servida de refeição para a cobra do Lorde das Trevas. A inocência acabou.

Clique em “Continue lendo…” para terminar de ler a crítica, e ver o trailer de “Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1”.
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Wall-E

Wall-E é uma das mais recentes animações dos estúdios da Pixar (do mesmo diretor do excelente Procurando Nemo). E, ao contrário dos filmes infantis convencionais, esse é o mais surpreendente de todos. Isso porque 85% de todo o filme é sem fala. E se engana aquele que pensa que, só por ser sem fala, é um filme chato. Com uma história bem humorada e bem simpática, o filme prende a sua atenção até o final, com um enredo brilhante.

Trata-se da história de Wall-E, um robô que vive na Terra, já não mais habitada, como compressor de lixo. Ele conhece Eva, um outro robô (fêmea), muito mais desenvolvida, que foi enviada à Terra para encontrar vida.

Wall-E se apaixona por Eva, mas tudo termina quando ele a mostra um pequeno broto e ela tem que voltar para a nave em que todos os humanos estão, de férias.

Daí pra frente, se desenrola uma história muito interessante, e até certo ponto, preocupante, já que mostra um dos fins que a raça humana pode ter.

Assista ao trailer dublado:

Agenda de Filmes 2009

Bom, não sei se vocês são como eu: AMO ir ao cinema, ver filmes, mas geralmente não vou por não ter dinheiro. Sem comentários, né? Sempre rola aquele arrependimento por não ter ido, mas acabo esperando passar na TV a cabo, ou loco o DVD.

Mas se você é do tipo que não pode ouvir que tal filme vai ser lançado, que corre para o cinema, então esse post é pra você ir agendando e preparando o bolso. Aqui tem a lista com títulos e datas em que os filmes serão lançados até novembro de 2010.

Entre os títulos, está inclusive o sexto filme da saga de Harry Potter, o novo filme com a participação de Rodrigo Santoro, filmes com Maryl Streep, Anne Hathaway, e até Rita Cadillac (mereço?).  Além desses, tem sequências, como A Pantera Cor-de-Rosa, Jogos Mortais, Velozes e Furiosos, e ainda filmes nacionais.

Clique em “Continue lendo…” para ver a lista completa.

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Siga a música…

Esse filme, eu vou ser muito sincero, eu não queria ver nem um pouco. Mas, graças à insistência do namorado da minha irmã, eu fui convencido a ver um dos filmes mais emocionantes que eu já assisti. São 113 minutos da atuação mais do que brilhante de Freddie Highmore, que potencializa a emoção dessa história à décima potência.

Além de Freddie, podemos nos presentear com Keri Russel, Jonathan Rhys Meyers e Robin Williams.  A química indiscutível entre esse elenco, faz a história ser ainda mais convincente. A única coisa que deixou um pouco a desejar foi o final, em que a gente espera um pouco mais do que acontece. Na verdade, o filme acaba com uma sensação de que ainda faltava um pedacinho de história para contar.

O longa conta a história de Evan, um menino de 10 anos, que vive num orfanato e, desde sempre, se mostra um gênio da música, e que tem esperança de que vai encontrar seus pais, se seguir a música, que, segundo ele, eles o mandam. Assim, ele foge do orfanato em busca deles. Assim, encontra Mago, um homem que também foi abandonado em sua infância, que tenta se aproveitar ao máximo do talento de Evan, e o força a mudar de nome, e adotar o “artístico” August Rush. Em uma de suas fugas, o rapazinho chega em uma igreja, em que o reverendo o leva a uma universidade de música e, com apenas 6 meses estudando música, compõe sua própria sinfonia.

O restante da história fica por conta de vocês se interessarem e asistirem. Um filme cheio de emoções intensas e com um drama inesquecível, é uma ótima pedida para quem gosta de assistir histórias de amor e superação.

Segue aí o trailer de “O Som do Coração”:

21!

Sempre ouvi falar muito bem desse filme, mas como há muito tempo não ia à locadora, não havia tido a chance de assistí-lo. A sinopse de “Quebrando a Banca” deixa a gente bem animado para conhecer todos os truques possíveis para quebrar todos os cassinos possíveis.

Assim que o filme começa, a gente pensa: “Nossa, mas esse filme vai ser um porre”. Ainda bem que a gente se engana. Porque depois que começam as idas a Las Vegas, a gente começa a se animar. O problema é que o único jogo que eles ensinam – e mesmo assim, é mais ou menos – é 21 – ou Blackjack.

Esse é outro filme em que a química entre os atores contou – e muito. Além dos veteranos Kevin Spacey e Laurence Fishburne, os novatos Jum Sturgless, Kate Bosworth, além de outros, também fazem bonito e entregam um filme muito bom.

A história – baseada em fatos reais – é a de Ben, um estudante do M.I.T. – o Instituto dos fodões lá em Massachussets – que precisa de muito, mas muito dinheiro para entrar na faculdade de medicina de Harvard – são US$ 300 mil, pra ser mais exato. Daí, com uns contatos, um professor descobre que o cara é um gênio da matemática e que pode ajudar ele e um grupo de amigos na tarefa de quebrar os cassinos de Las Vegas, sem que eles sejam pegos – claro! Daí, só rola ação. Mas não pense que é aquela ação de carros batendo, pessoas morrendo, sangue pra tudo quanto é lado. É uma ação inteligente.

É um filme até que calmo para os padrões de ação. Mas vale a pena assistir. Nos extras do DVD o elenco até ensina – em inglês, claro – como você aumentar suas chances de ganhar no 21. É bem interessante. A trilha também é um tanto quanto eletrizante. Perfeito para quem gosta de pensar.

A seguir, o trailer legendado de “Quebrando a Banca”:

Fique esperto!

Nunca gostei muito do Steve Carell, mas se teve um filme que me fez mudar de idéia a respeito do rapaz, foi esse. Na verdade, só quis assistí-lo graças à beldade que é Anne Hathaway. Além disso, tendo The Rock no elenco, o filme fica ainda melhor. Então, de mente aberta, fui dedicar 1h45 da minha vida a essa comédia de ação. E não é que o filme é bom? Muito melhor do que eu esperava.

Steve, que para mim sempre atua exageradamente, surpreendeu. Já Anne (linda, escultural, tudo de bom) Hathaway não surpreendeu nem um pouco. Isso porque já é de se esperar que atuasse super bem, como visto em O Diabo Veste Prada e O Diário da Princesa.

Agente 86 foi uma série de TV americana que fez muito sucesso por lá. Durou 5 temporadas e o protagonista era Don Adams (que faleceu em 2005, vítima de pneumonia).

É um filme que tem um ritmo excelente, apesar de ser um pouco maior do que a maioria dos outros filmes de comédia. Acontece que, apesar de ser maior, nenhuma cena do filme ficou sobrando. Além disso, é bom ver que, assim que a ação começa, ela não pára mais e em momento algum, perde a característica das piadas.

A história é do C.O.N.T.R.O.L.E., que tem que resolver um problema com a máfia russa e uma bomba radioativa que eles vão explodir nos E.U.A. É, eu sei… É um pouco clichê, mas a história se desenrola de uma forma interessante, sem ficar chato e previsível.

A trilha sonora, apesar de pequena, é bem atual, apesar de contar com “Take a Chance on Me”, do Abba. Além dessa, fazem parte “Ain’t No Other Man”, da Christina Aguilera e “4 Minutes” da Madonna.

Para quem gosta de uma comédia um pouco besta para rir um pouco, é uma excelente pedida. O DVD ainda conta com extras excelentes. Os erros de gravação, hilááários e um vídeo em que Steve Carell fala diversas línguas diferentes, também muito engraçado.

Segue aí, o trailer legendado de Agente 86:

Imagem Não é Tudo.

Trilha Sonora é um conjunto das peças musicais usadas num filme. Pode incluir música original, criada de propósito para o filme, ou outras peças musicais, canções e excertos de obras musicais anteriores ao filme.
Muitos críticos e pessoas em geral acham que a Trilha Sonora nada mais é que um pequeno detalhe de finalização em um filme, o que não é verdade.
É cientificamente comprovado que a música mexe com nosso subconsciente e inconsciente, nos proporcionando emoções diversas de acordo com o tipo de melodia, harmonia e ritmo da música tocada.

No seu melhor, as trilhas sonoras estão entre os trabalhos mais importantes dos compositores instrumentais contemporâneos na música moderna. Sergei Prokofiev, por exemplo, criou obras-primas em conjunto com um dos pais do cinema: Sergei Eisenstein. Outros grandes compositores do século XX são quase exclusivamente conhecidos pelas trilhas sonoras que criaram. Isso faz com que a gente pense novamente sobre nosso conceito de que as peças escritas como trilhas sonoras são meras músicas de fundo.

Em alguns casos, é o filme que populariza uma obra musical já existente. Várias trilhas sonoras clássicas não nos sai da cabeça, e podemos identificá-las assim que a ouvimos, como Tubarão e Missão Impossível.
2001 – Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, deu uma popularidade sem precedentes ao poema sinfônico “Assim Falou Zaratustra” do compositor Richard Strauss.
O filme “Elvira Madigan”, de Bo Widerberg, ao utilizar o concerto para piano n.º 21 de Wolfgang Amadeus Mozart, popularizou de tal forma esse tema musical que, apesar de já existir há muito, muito, muito tempo, passou a ser chamado como “a música de Elvira Madigan”.

Outro clássico, agora um pouco mais recente, é Titanic. Quem nunca ouviu Celine Dion cantando “My Heart Will Go On” e não se lembra de Jack e Rose voando na proa do maior navio do mundo?

Quer conferir algumas das melhores trilhas sonoras (recentes ou não) que encontramos por aí?

Piratas do Caribe

História de Piratas pede uma orquestra bem feita e um tema de aventura como nenhum outro. E foi isso que Klaus Badelt conseguiu fazer: eternizar a trilha de Piratas do Caribe, e o tema do pirata mais famoso do mundo (depois do Capitão Gancho), que é o Jack Sparrow.

Não tem como negar, A trilha de Piratas do Caribe nos faz entrar no filme como quase nenhuma outra. A música do filme, totalmente tematizada, consegue sair de um easylistening de violinos para um bombardeio com tímpanos e batidas com timbres diferentes que nos fazem pular de susto às vezes.
Belíssima trilha, com efeitos maravilhosos, perfeita para o clima aventura antiga e um tanto cômica que o filme propõe.

The Holiday

“The Holiday”, o nome original do filme, com Kate Winslet, Cameron Diaz, Jack Black e Jude Law, tem uma trilha sonora única e extremamente sentimental, como já era de se esperar. Mas não é como qualquer outra trilha de filme romântico que se vê por aí.
A história do filme nos cativa, sim, mas ninguém choraria nos cinemas vendo Kate Winslet se acabando por um homem que a largou por outra e Cameron Diaz desistindo de voltar para sua terra natal por causa de Jude Law – mesmo ele sendo lindo de morrer. Não. Não é isso que fez todas as pessoas que viram o filme, chorarem com ele.

Sua trilha sonora é uma das que mais me cativaram. Simplesmente excepcional, singela, com um toque de humor, mas nos fazendo arrepiar até o último fio de cabelo. Assim como a do Piratas, a trilha de The Holiday é orquestrada, mas totalmente e essencialmente emocional.

Harry Potter

Todo mundo agora já sabe ao ouvir aquele temazinho famoso quando vai assistir trailers de cinema: a tela pode ainda estar pretinha na nossa frente, mas já soltamos nosso grito “Oh, o novo trailer de Harry Potter!”.
O tema, bem místico, misterioso, dissonante e – literalmente – mágico, nos transporta diretamente para o mundo Potterístico.

Composta pelo lendário John Williams, a trilha de Harry Potter pode ser considerada uma das mais difíceis de ser composta pelo seguinte fato: Por ser uma série de 7 filmes em sequencia, a mesma coisa o tempo todo vai enjoar, é ou não é?
Mas Williams fez seu trabalho direitinho, principalmente em Harry Potter e o Cálice de Fogo, onde a trama começa a ficar mais obscura, mudando a harmonia das músicas, transformando o famoso tema do filme, fazendo-o ainda reconhecível, porém proporcionando uma emoção completamente diferente no espectador.

The Lord Of The Rings

Howard Shore e Leonard Rosenman, os compositores da trilha, conseguiram cumprir sua meta: a música do filme é Épica, e como!
Elfos, Orcs e Magos agora têm um tema gravado em nossa cabeça e sons peculiares que Shore e Rosenman nos deram como referência.

E com a participação de Enya, o Soundtrack ficou ainda mais místico.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Gosta de música francesa e pianos elaborados?
Um puta compositor – com o perdão da palavra – foi quem fez a Fabulosa Trilha Sonora de Amelie Poulain: Yann Thiersen. Não há como não se encantar com a música do filme, que com absoluta certeza, é o que mais chama atenção. São instrumentos como banjos, mandolin, acordeão, harpas, piano que transformam a trilha sonora de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain em um clássico.

Jean-Pierre Jeunet, o diretor do filme, veio a conhecer o trabalho do multi-instrumentista Tiersen após ficar admirado com um disco que seu assistente de produção colocou para tocar enquanto estavam andando de carro. O cinesta comprou os direitos de todos os discos e decidiu conhecer o artista.

A trilha do filme, além de trazer composições originais, ainda tem faixas provenientes dos álbuns anteriores de Tiersen, como é o caso de uma das melhores faixas, “A Quai”, presente no disco L´Absente. Em muitas das composições das músicas, podemos sentir a pureza transparecida pela utilização de um piano de brinquedo. E também podemos ter um toque melancólico, como em “Comptine Dún Autr Été”, a música mais conhecida do filme.

Se interessou por Trilhas Sonoras? Visite o Sountrack.net!

National Movie Awards

Para quem não sabe, o NATIONAL MOVIE AWARDS é uma Cerimônia de Premiação britânica, que começou em 2007, seguindo o sucesso do National Television Awards. A Premiação é feita pelo voto do público, e as categorias são Ação/Aventura, Animação, Comédia, Familia, Performance Masculina, Performance Feminina, Musical, Super-Herói.

O grande vencedor da noite foi o musical Mamma Mia!, que levou os prêmios de melhor musical e melhor performance feminina para Meryl Streep.

Johnny Depp ganhou o prêmio masculino por Sweeney Todd.

O filme O Cavaleiro das Trevas recebeu o prêmio de melhor filme de super-herói, enquanto a quarta aventura de Indiana Jones ganhou as honras por melhor filme de aventura/ação.

Os sucessos Wall-E e Juno ganharam troféus de melhor filme família e melhor comédia, respectivamente.

Para ver mais sobre o NATIONAL MOVIE AWARDS, clique:

NMA’S OFFICIAL

Twilight, a série.

“Peraí, Twi-o quê?”

Muita gente já ouviu falar mas não sabe do que se trata. Estou falando do mais novo sucesso literário americano, TWILIGHT, ou, em português, CREPÚSCULO da autora Stephenie Meyer.

Twilight é uma série de romances vampirescos que contam a história de Bella Swan, uma adolescente humana que se apaixona perdidamente pelo vampiro Edward Cullen.

Até quem nunca gostou de histórias RPGísticas de vampiros, lobisomens e o caramba a quatro – como é o meu caso, consegue se interessar e até amar a saga. É aquele tipo de livro que você pega para ler e não pára mais.

A autora, Stephenie, se formou na Universidade Brigham Young com um diploma de bacharelado em Inglês.
Ela mora com seu marido e três filhos jovens em Phoenix, Arizona. Depois da publicação de Twilight, os vendedores de livros escolheram Stephenie como “A Nova Autora Mais Promissora de 2005”.

Sua obra, em pouco tempo, virou O bestseller americano, mais vendido, mais comentado, mais lido, mais tudo. E devido a esse sucesso absurdo, a SUMMIT Entertainment resolveu transformar a saga em filme.

Previsto para estrear dia 21 de Novembro desse ano, o filme Twilight conta com um belo de um elenco para protagonizar a ficção (recentemente) mais aplaudida dos Estados Unidos. O Casting conta com a participação de KRISTEN STEWART (Bella Swan), uma jovem atriz que já brilhou em filmes como Quarto do Pânico, Eu e as Mulheres e Jumper, e o lindo, maravilhoso ROBERT PATTINSON que foi o astro mais comentado no 4º filme da saga Harry Potter.

E falando no mais adorado bruxo adolescente e problemático do planeta…

Harry Potter teve seus anos de glória. Durante quase dez anos, os livros de JK Rowling, a autora da série, foram os mais vendidos e idolatrados por todos os adolescentes – e não só eles.

Agora, com o fim da história no sétimo e último livro, Harry Potter e as Relíquias da Morte, parece que as pessoas deixaram de esperar tanto pela estréia dos filmes (Suponho que seja porque todo mundo já sabe o que vai acontecer, não é?).

De bruxos para vampiros, com a queda de Rowling, Meyer cresce em popularidade, e Twilight vira a mais nova sensação dos adolescentes (e adultos também) de hoje.

Para saber mais sobre os livros e o filme Twilight, acesse:
TWILIGH THE MOVIE
TWILIGHT TEAM
STEPHENIE MEYER

Mamma Mia!

A história de Donna, uma mãe solteira, com a sua filha Sophie de 20 anos de idade, moram desde os anos 70 numa pequena ilha grega, onde vivem de uma modesta taverna. Sophie, de casamento marcado com o seu noivo Sky, quer que o seu pai esteja presenta no casamento. Só há um pequeno probleminha… Ela não sabe quem é o seu pai.
No diário da sua mãe, Sophie descobre que há 3 possíveis pais. Esta incerteza tem que ter um fim antes do seu casamento, assim, ela acaba por convidar os três potenciais pais para a cerimônia.

MAMMA MIA, o filme, foi baseado num show musical, que inclui canções conhecidas do grupo de música pop sueco ABBA. O musical, com os sucessos mundiais “Dancing Queen”, “Super Trouper” e “The Winner Takes It All”, entre outros, é – CLARO – uma comédia.

O musical teve estréia em Londres (UK) em 6 de Abril de 1999, exatamente 25 anos após o ABBA ter ganho o Festival Eurovisão da Canção com a canção “Waterloo” em 1974.

Até finais de 2006 o musical “Mamma Mia!” foi visto por mais de 35 milhões de espectadores encantados em todo o planeta, sendo assim o musical com maior sucesso a nível mundial, ultrapassando os sucessos de musicais famosos como Cats ou Fantasma da Ópera.

Agora, em 2008, o sucesso dos teatros vira filme e já lotou a pré-estréia – a qual eu compareci nesta noite.

Pra quem gosta de música, diversão, muitas risadas e bons atores, esse filme é SUPER indicado. Quer dizer, quem é que um dia pensou, imaginou, ou sequer sonhou ver MERYL STREEP cantando e dançando ABBA na telona do cinema? De uma Diaba da Moda para uma mãe de noiva serelepe foi um grande salto! E Meryl Streep sabe exatamente tirar o medo que a gente sentia dela em “O Diabo Veste Prada”.

Sem contar outras figuras clássicas do bom cinema como PIERCE BROSNAN, nosso eterno James Bond – que canta maravilhosamente BEM, diga-se de passagem – e COLIN FIRTH, o queridinho de “O Diário de Bridget Jones” e “Simplesmente Amor”.

Sobre a música… Incrivelmente contagiante. Uma releitura hiper bem feita dos sucessos do ABBA, e até quem não gosta, DANÇA JUNTO! E CANTA TAMBÉM. (Vejo pelo meu exemplo que me esguelei cantando Dancing Queen no meio do cinema, galera).

Pra quem quer saber mais sobre a peça e o filme, estejam à vontade para clicar nos links abaixo:

MAMMA MIA, Wikipédia
MAMMA MIA, O FILME
MAMMA MIA, A PEÇA

😉 Não deixe de comprar seu ingresso!

Devo pedir desculpas ao Pacheco, que estava doido para ver comigo, mas não deu, amigo. Quando vi, já tava lá. 8)