A deusa da beleza

Kylie, Kylie, Kylie. A cada dia que passa, é mais difícil não gostar de você. O mais recente lançamento da cantora – não necessariamente tãããão recente assim – é o álbum “Aphrodite”, em que ela encarna a deusa da beleza, do amor e da sedução. O sucessor do “X” (que você já leu aqui – e a turnê aqui).

O mesmo europop que Kylie faz com maestria elevado a outro nível. Isso é “Aphrodite” – o quinto album de Minogue a chegar ao primeiro lugar. Como não há demais introduções a fazer a Kylie, vamos ao que realmente interessa: a crítica faixa-a-faixa do álbum.

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Chorando se foi…

Sabe aqueles artistas que você admira? Não necessariamente pelo trabalho, mas pelo esforço, pela determinação. Pois então… Pra mim, essa artista é Jennifer Lopez. Pois é. A diva vem mais uma vez lançar um single de seu sétimo álbum de estúdio – que não sai NUNCA – “Love?”, em que Lopez vem trabalhando desde 2007!!

A novela é a seguinte: em fevereiro de 2009, a insossa “Hooked On You” vazou na internet. Em maio, a cantora confirmou que as outras duas faixas “One Love” e a chiclete “What Is Love?” estariam em seu próximo projeto. Em junho, a própria disse que vinha trabalhando em um álbum de inéditas e não uma coletânia de seus maiores sucessos, com havia sido especulado. Na época, Lopez ainda disse que a previsão de lançamento dele seria no final de 2009. Em julho, a assessoria da diva confirmou o nome do álbum e seu lançamento para janeiro de 2010.

Em dezembro de 2009, foi divulgado que o lançamento havia sido mais uma vez adiado, desta vez para abril de 2010, para coincidir com o lançamento de seu filme “Plano B” (“The Back-up Plan”). Acontece que na cerimônia do Grammy de 2010, Jennifer revelou que os planos haviam mudado e que não teria mais uma previsão para o álbum. Em fevereiro do mesmo ano, foi divulgado que a cantora havia saído da Sony Music Group e que estaria analisando propostas de outras gravadoras, deixando assim o futuro de “Love?” completamente desconhecido.

Mais tarde, Jennifer revelou que agora estava com a Def Jam Records, e que seu árduo álbum sairia no verão de 2010. A cantora chegou a lançar o que seria seu lead single, a viciante “Louboutins” – sim, o sapato -, uma excelente faixa que contou inclusive com performances em diversos programas de TV nos EUA. Essa faixa era originalmente para Brandy e seu álbum “Afrodisiac”, mas acabou não entrando e JLo acabou ficando. Acontece que já estamos no inverno – nos EUA -, e já em 2011 e NADA desse CD, né?

Nessa brincadeira toda, ainda vazou a faixa “Everybody’s Girl” e JLo performou “Until It Beats No More” e “Starting Over” no Saturday Night Live. Para o álbum, Lopez vem trabalhando com produtores como Danja (“Gimme More”, Britney Spears), Darkchild (“If You Had My Love”), RedOne (“Just Dance”, Lady Gaga). Resumindo.. É uma confusão.

Só que agora parece que esse tal de “Love?” sai mesmo. Vazou nesta sexta-feira, dia 14, o single “On The Floor”, uma parceria com o rapper Pitbull. A faixa usa um sample de “Lambada”, da banda francesa Kaoma, que, segundo o Wikipedia, é uma versão com algumas modificações de “Chorando Se Foi”, da banda boliviana Los Kjarkas. Com uma batida super envolvente, eu particularmente acho que a música vai ser hit absoluto, pelo menos no Brasil, pela nossa identificação com a melodia, que já foi nosso prazer secreto nos programas Hebe, Gugu e Faustão, no auge dos anos 80.

A música começa começa com uns “êêêoooêêê” que absolutamente bombarão nas pistas de dança. O problema é o rap incrivelmente longo – quase 1 minuto – que inicia a faixa, de quase 5 minutos. A voz tunada de JLo já abre os versos cantando “dance the night away, live your live and stay out on the floor”, seguidos de uns “lalalas” que farão o público GLS se acabar na pista de dança. A faixa é imperdível, mas infelizmente é mais do mesmo. Mais uma faixa com batidão.

Enfim… Acho que agora JLo retorna, hein?

Para ver alguns vídeos de Jennifer Lopez e baixar “On The Floor”, assim como algumas outras faixas, clique em Continuar Lendo… Continuar lendo

Eu abro no fecho

[…] Apenas uma breve recapitulação: No filme anterior, Dumbledore (Michael Gambom) revela a Harry que o único meio de acabar com Voldemort (Ralph Fiennes) é destruindo as partes de sua alma que estão dividas em sete, as chamadas horcruxes. Duas já estão fora da jogada, o diário de Tom Riddle (destruído por Harry na Câmara Secreta) e um anel, esse último pelo próprio Dumbledore. Agora faltam quatro, a sétima é o pedaço da alma que ainda está no corpo de Voldemort. Além das horcruxes poderem estar em qualquer lugar do mundo, para piorar Dumbledore morre. O mago deixa para seu pupilo enfrentar sozinho (com a ajuda de Rony e Hermione, é claro) o desafio que será o maior de sua vida.

Sendo assim, o que resta agora para o trio é ir atrás desses artefatos amaldiçoados. “As Relíquias da Morte: Parte 1” começa com o tom sombrio e preocupante deixado no término do anterior. […] Entra o logotipo da Warner, agora todo enferrujado. Sai o logotipo da Warner e somos conduzidos por Snape (Alan Rickman) até a mansão dos Malfoy, lugar onde está reunida toda a grande escória do mundo bruxo (os Comensais da Morte) sob a narina ofídia e as mãos cadavéricas de Lord Voldemort.

A passagem que se segue é cuidadosamente forjada para que o espectador sinta, aos poucos, que será impossível ver, ao longo da projeção, qualquer vestígio do espírito ingênuo e previsível criado por Chris Columbus nos dois primeiros filmes. Para quem acompanhou a saga ao longo desses quase dez anos, fica quase impossível lembrar-se daqueles filmes que marcaram a infância de tanta gente (a não ser talvez, ironicamente, na cena da dança citada no primeiro parágrafo). Na mansão dos Malfoy, uma professora de Hogwarts é torturada, morta e servida de refeição para a cobra do Lorde das Trevas. A inocência acabou.

Clique em “Continue lendo…” para terminar de ler a crítica, e ver o trailer de “Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1”.
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E se eu disser que quero seu corpo agora?

Como já era de se esperar, o novo single de Srta. Spears, “Hold It Against Me”, não aguentou esperar até o lançamento hoje e deu um jeito de vazar ontem, por volta das 9h30 da manhã. Britney, em seu twitter oficial, até deu um jeito que não parecer acidental o vazamento, dizendo que “não aguentava esperar até hoje”. Aham. E a gente acredita. O maior medo dos Britfans era ser só mais uma faixa no estilo Ke$ha ou Lady Gaga, principalmente pela demo que vazou alguns dias antes. A boa notícia é que não é mais do mesmo, é muito mais. Britney entrou pra valer na tal guerra contra Gaga. Rs. Ontem, um dia antes do lançamento, a música já bateu o recorde de maior número de execuções na rádio: foram 705 vezes em um dia! O recorde era de “We Belong Together”, da gigante – literalmente – Mariah Carey (com 498 vezes). Além disso, o blogueiro Perez Hilton confirmou que Britney também se apresentará no Grammy, em fevereiro. E aí? Bota fé?

Pra conseguir descrever tudo o que é o lead single, produzido por Max-máquina-de-hits-Martin, Dr. Luke, Bonnie McKee e Mathieu Jomphe, do sétimo CD de inéditas de Spears – marcado para março -, vou fazer um “fichamento” de várias reviews.

Uma explosão dá início a essa batida frenética super eletropop com influências da música europeia. O refrão lembra um pouco “Shattered Glass”, do álbum “Circus”. Mas, definitivamente, é um chiclete. O instrumental diminui um pouco e logo depois vem com tudo, com uma pegada bem metálica, num tuntz tuntz brilhante. A voz de Britney está com o auto-tune beeeeem mais discreto que nas faixas anteriores. Sem “baby”s, Spears impressiona no peso do instrumental, num dubstep meio psy-trance progressivo que jamais pensaríamos combinar com a voz dela. É difícil ficar parado e não colocar a faixa no repeat. Totalmente diferente da demo, que tinha um instrumental completamente genérico e datado. A versão final tem tudo – e mais um pouco – pra estourar nas pistas de dança.

“[…] é uma música avançada e em sintonia com o clima musical atual no Reino Unido”, disse o The Sun, que também lembrou algo importante: “A letra é cheia de partes sexualmente sugestivas. Mas isso é padrão para uma mulher cujo último single foi sobre sexo a três”. A MTV aposta mais alto: “‘Hold It Against Me’ é destinada a ser a mais pedida em toda festa, bar, baile escolar, Bar Mitzvah por pelo menos seis meses”.

O site Skiddle diz: “E aqui nós temos, Britney Spears nos dando uma grande, gorda, deliciosa fatia de dubstep, embora com os obrigatórios suspiros e gemidos que Britney faz tão bem. […] Num ano anunciado como “Britney x Gaga”, com ambas lançando seus novos CDs, eu diria seguramente 1 x 0 para a Senhorita Spears”. E o The Guardian alfineta: “Agora espere Madonna lançar um álbum influenciado pelo dubstep até o final do ano”.

Pois então… Vamos ouvir a música? E acompanhar com a letrinha e tudo? Rs.

“Hold It Against Me”, Britney Spears

Hey, over there, please forgive me
If I’m coming on too strong
Hate to stare but you’re winning
And they’re playing my favorite song

So come here, a little closer
Wanna whisper in your ear
Make it clear, little question
Wanna know just how you feel

If I said my heart was beating loud
If we could escape the crowd somehow
If I said I want your body now
Would you hold it against me?
Cause you feel like paradise
And I need a vacation tonight
So if I said I want your body now
Would you hold it against me?

Hey, you might think that I’m crazy
But you know I’m just your type
I might be little hazy
But you just cannot deny

There’s a spark in between us
When we’re dancin’ on the floor
I want more, wanna see it
So I’m askin’ you tonight

If I said my heart was beating loud
If we could escape the crowd somehow
If I said I want your body now
Would you hold it against me?
Cause you feel like paradise
And I need a vacation tonight
So if I said I want your body now
Would you hold it against me?

If I said I want your body, would you hold it against me?

Give me something good
Don’t wanna wait, I want it now
Pop it like a hood
And show me how you work it out

Alright
If I said my heart was beating loud
If I said I want your body now
Would you hold it against me?

If I said my heart was beating loud
If we could escape the crowd somehow
If I said I want your body now
Would you hold it against me?
Cause you feel like paradise
And I need a vacation tonight
So if I said I want your body now
Would you hold it against me?

Mas que…

Como disse o Portal POPLine em seu twitter: quer pisar num chiclete? Pois então. Logo no primeiro dia do ano, aliás, mais precisamente na virada de ano novo, a canadense Avril Lavigne, de 26 anos, lançou o seu tão aguardado novo single “What The Hell” – o lead-single de seu álbum “Goodbye Lullaby”, que tem previsão de estreia para o dia 8 de março deste ano, pela RCA.

O lançamento do single aconteceu no especial de Réveillon “Dick Clark’s New Years Rockin’ Eve”, apresentado por Ryan Seacrest e Fergie e transmitido pela ABC.

A música não tem nada que a gente já não tivesse ouvido. Principalmente vindo de Avril. O popzinho metido a rock de sempre, muita repetição, bastante auto-tune e uma melodia totalmente “catchy” tomam conta dessa música que tem tudo para bombar nas rádios. Afinal, a faixa é produzida por Max-máquina-de-fazer-hits-Martin, Shellback e Lavigne.

A apresentação da faixa no programa foi bem mais ou menos, talvez pelo playback… Não sei… Mas sorte dela que a música é boa, né? =)

Assista à apresentação de What The Hell:

Capa do novo álbum “Goodbye Lullaby”:

Uma nova era começa no Mercado Pop

Demorou. Eu concordo. Concordo e peço perdão.

Mas 2011 é o início de uma nova década e, com isso, uma nova era no Mercado Pop. Agora a vida é um pouco menos abarrotada de coisas e as atualizações – se Deus quiser – serão mais frequentes e com mais novidades.

Ainda estou em busca de novos redatores, mas enquanto isso não acontece, espero conseguir dar conta de tudo sozinho.

A promessa é que seja, pelo menos, um post por semana. E aí? Confiam em mim? Têm fé? Eu também!

Enfim.. Desejo a todos os leitores um 2011 de muita música, muitas novidades, muito sucesso, muito dinheiro, muitos amores e muito tudo.

Um forte abraço.

Estamos de volta!