O telefone da Britney é…

Todos já cansamos de ouvir Telephone, de Lady Gaga, né? Tudo bem, não cansamos não.. rs.. Mas como grande parte de nós sabemos, a música foi originalmente composta por Gaga para Spears, para o álbum “Circus” e, por algum motivo, não foi utilizada.

Nesta última semana, a versão demo da música vazou, na voz de Britney. A revista Rolling Stone se manifestou sobre o assunto e publicou uma crítica a respeito dela. A crítica foi tão boa que, em vez de postar a minha crítica pessoal, vou me aventurar e postar a crítica da revista. Vale a pena dar uma lida:

Desde que vazou a versão demo de Britney Spears para a canção Telephone de Lady GaGa, os fãs não param de falar sobre o assunto. O produtor Rodney Jerkins rapidamente confirmou que Britney realmente estava cantando nessa demo, mas qualquer “Britneyologista” experiente já poderia reconhecer sua voz apenas ouvindo um par de versos — ninguém pronuncia a consoante “r” ou a longa vogal “e” como a nossa garota. A demo tem todos os tiques vocais característicos de Britney, ou pelo menos o laptop que faz seu canto. Neste ponto, eu passei a amar a demo de Britney ainda mais que a versão do já brilhante hit de GaGa. Mesmo que seja uma produção ainda inacabada, ela amplifica toda a fervente raiva na música, despindo-se para uma combinação matadora do som de uma harpa e uma baladeira viciada em Auto-Tune e paranoia. Telephone realmente parece muito com o sucesso de Britney lançado em 2007, Piece of Me, provando mais uma vez o quanto Britney teve impacto sobre a sonoridade do pop atual. As pessoas adoram tirar sarro de Britney, e por que não, mas se Telephone prova alguma coisa, é que Blackout pode ser o álbum pop mais influente dos últimos cinco anos. A demo é mais suave do que a produção de Gaga, cortando o rock bombástico, mas isso só faz a canção ser mais linear e urgente. Reduz Telephone a uma máquina de ritmos, aquela harpa, uma caixa mágica de efeitos vocais, e o conceito de que a alma de uma garota e uma caixa mágica de efeitos vocais às vezes podem ser exatamente a mesma coisa.

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A rainha do Auto-tune…

Eu jurava que a detentora desse título era a Britney Spears. Sério! Vamos combinar: desde 1998, o portfolio da empresa produtora do auto-tune deveria ser as músicas da Britney. Outros cantores podiam até usar, mas a única que tínhamos certeza absoluta era ela.

Mas isso só até 2009, quando surgiu nossa doidinha do cabelo oleoso Ke$ha, que estourou mundialmente com o hit “TiK ToK”. Kesha Rose Sebert é de Los Angeles e compôs e produziu todo o seu primeiro álbum, Animal”, pela RCA Records/Sony BMG – a mesma de Christina Aguilera. A produção ficou por conta de Ke$ha, Dr. Luke, Max Martin – um dos grandes responsáveis por alguns dos maiores sucessos de Spears – e Benny Blanco. O primeiro single, lançado em agosto, foi sucesso mundial – e ainda é – e ficou por várias semanas em primeiro lugar em diversos países e também na Billboard Hit 100.

Antes de lançar seu CD, já fez backing vocals para Britney Spears – na faixa “Lace and Leather”, do álbum “Circus” e Paris Hilton. Claro que não perdeu a chance de ganhar um pouco de publicidade em cima da primeira, tecendo comentários desnecessários – e depois desmentidos – sobre a cantora.

Em compensação, o sucesso de “TiK ToK” foi tanto que até Os Simpsons alteraram a abertura do desenho para uma versão dos personagens dublando a música. O álbum em si é bastante eletrônico e muito bom e bastante dançante. Tem uma qualidade bastante superior a outros álbuns pop da atualidade. Vamos à crítica faixa-a-faixa.

Para ler a crítica faixa-a-faixa, ver a abertura de Os Simpsons e ver alguns clipes de Ke$ha, clique em “Continue lendo…” Continuar lendo

Esse é todo o meu plano…

No último dia 28 de março, a para sempre promiscuous girl Nelly Furtado fez o último show da sua turnê pela Latinoamérica no Rio de Janeiro, mais precisamente no HSBC Arena. A cantora veio para promover seu último álbum de estúdio, em espanhol, “Mi Plan”.


PS: O Adobe Premiere fez o favor de deixar meus vídeos cheios de espasmos. Perdão.

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