They are “Calling The World”!

Rooney é formada de cinco componentes, todos eles nascidos em Los Angeles, e sua música é remanescente de artistas dos anos sessenta até os dias de hoje. Jovial, litorâneo, modernizado, rock clássico com forte melodia e harmonia, facilmente acessível à crianças adolescentes, adultos e estudiosos do rock, assim é o som do Rooney.

Originalmente conhecidos como ‘Ed Rooney’ (nomeado assim por causa do personagem de Jeffrey Jones no filme ‘Ferris Bueller’s Day Off’), a banda começou abrindo shows como os do Phantom Planet, Weezer, The Strokes, The Donnas, OK Go, Pete Yorn, e muitos outros.

Tudo começou por causa de um amor pela música: Robert Schwartzman foi um jovem que cresceu vendo seu irmão mais velho, Jason, um entusiasta companheiro da música. Jason começou uma banda (Phantom Planet) com alguns de seus amigos. Não levou muito tempo para o Robert se interessar. Observar o Phantom Planet o fez querer seguir os passos do irmão, e foi assim que Robert começou a escrever música por si só. Logo depois, quis formar sua própria banda, contando com Taylor Locke na guitarra solo, Ned Brower na bateria, Matt Winter no baixo e Louie Stephens nos teclados.

O Rooney tem como influências os Beatles, Tom Petty and the Heartbreakers, ELO, Queen, The Beach Boys,  The Pixies, The Clash, Sly and Robbie, The Ramones, The Raspberries, The Four Seasons, Neil Young, Elton John, Billy Joel, Supergrass, Cheap Trick, Fleetwood Mac, Superdrag, The Cars, Badfinger, Led Zeppelin, entre outros.

A banda assinou contrato com a Geffen Records em meados de Março de 2002; em 20 de Maio de 2003, o CD oficial foi lançado. Em 2007, foi a vez de o segundo álbum da banda, Calling the World, chegar às mãos dos fãs.

“Hmmm, parece que eu conheço esse vocalista de algum lugar…”

E conhece sim. Ele fez, em 2001, o filme de Garry Marshall “O Diário da Princesa”, contracenando com a linda Anne Hathaway e Julie Andrews. A banda até aparece em uma das cenas do filme, tocando uma parte instrumental do seu primeiro single: “Blueside”.

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O CD de Estréia…

O single “Blueside” abre o cd de estréia (lançado em 2004), lembrando o estilo The Beach Boys numa maneira um tanto quanto óbvia: o refrão embaralhado e as harmonias arrastadas ao fundo, escondendo a verdadeira “face obscura” da música, uma metáfora sobre suicídio.

“Stay Away” é o mais tracidional tipo de letra: Um homem que é apaixonado por uma mulher, mas ela não sabe, e ele quer que ela dê o primeiro passo, e também quer que seus amigos o deixem sozinho. A vibração do Weezer é bem pronunciada em “If It Were Up To Me”, uma tradicional canção de amor com arranjos à la Buddy Holly.

The Cars é a influência mais dominante, embora também haja sinais de Phantom Planet e outros em alguns momentos. “I’m Shakin” é uma música muito parecida com The Cars, examinando medos e pesadelos numa maneira bastante light que esconde o peso da letra.

“Simply Because” é outra música muito à la The Cars, uma inteligente canção de rejeição, que conta com o órgão de Louie e uma ótima guitarra de Taylor.

“I’m a Terrible Person” é uma música muito contagiante (veja que a melodia se contrapõe ao final da música), e o vocal de Robert realmente brilha nessa faixa.

“Popstars” é uma maneira de mexer com o lado emocional dos popstars como Britney Spears e Justin Timberlake, ou N’Sync, etc pois a música diz: unsophisticated money machines for the killers of rock and roll que quer dizer: máquinas de dinheiro sem sofisticação para os assassinos do Rock n’ Roll.

“Daisy Duke” novamente usa o estilo The Cars de ser para chegar a uma canção espetacular que explora o romance por detrás de uma relação dominante/submissiva.

“Sorry Sorry” é simplesmente uma canção de verão muito divertida sobre um romance jovem e moderno.
Músicas de amor é o que a estação pede, e “That Girl Has Love” é uma canção memorável para uma garota muito especial e sobre o amor verdadeiro deles. Típica música misturando o estilo de The Cars e Weezer.

“Losing All Control” é uma canção mais sofisticada e a balada lenta que fecha o cd, com um ritmo bem trabalhado de Matt no baixo e Ned na bateria.

Calling The World…

A primeira faixa, “Calling The World” que dá nome ao cd, já abre com chave de ouro o novo album do ROONEY. O estilo, já parecendo ter mudado um pouco, ainda assim não deixa a desejar a todos os fãs. E, de praxe, falando justamente sobre paixões não muito bem sucedidas, e quase todos os tipos de relações amorosas. A primeira música fala sobre um cara que está a procura de uma mulher, e liga para “o mundo” para achá-la. Tocada numa batida diferente do primeiro album, e um pouco mais viva, assim como a segunda faixa, “When Did Your Heart Go Missing”, o single do novo album. A música se sobressai pelos solos de Taylor e Robert, que agora não só trabalham com base-solo como também solo-solo, além da bateria de Ned, cada vez mais impressionante e empolgante.

A terceira faixa, “I Should’ve Been After You”, já afirma o novo estilo do album. Falando sobre um homem que tentou ficar com amigas de uma amiga, mas depois percebeu que ela era quem ele queria e que ele deveria “ter investido nela”. Talvez tenha  sido algum caso baseado em fatos reais, assim como a maioria das letras de Robert Schwartzman.

Seguindo na lista, a quarta faixa, “Tell Me Soon”, já regravada muitas vezes e tendo várias versões, ainda assim conseguiu surpreender os fãs com uma orquestra acompanhando a banda. E não se contentaram apenas com a orquestra ao fundo, recebendo mais um back-vocal: o tecladista Louie Stephens e solos de guitarra melhorados de Taylor Locke.

“Don’t Come Around Again”, que era uma música apenas avulsa no começo, mas que de tanta repercussão foi adicionada à track list do novo album. Relembrando um pouco o album de estréia, não deixa de resgatar a essência do Rooney, com elaboração de guitarras e teclados lembrando o antigo Rock n’ Roll dos anos 50 e 60. A música fala sobre um homem avisando a uma mulher que fique longe dele, para não se magoar com ele. 

A grande surpresa para os fãs foi justamente as músicas desconhecidas até então.
Os caras do Rooney resolvem investir em um estilo cada vez mais retrô, e isso acontece com a sexta faixa do cd, “Are You Afraid”, uma música sobre um homem que acaba por perceber que a mulher tem medo dele, devido à sua reputação um pouco duvidosa. Lembrando muito a banda ELO e The Cars, com seus back vocals muito elaborados, além da guitarra de Taylor sair um pouco do estilo Pop Rock e cair cada vez mais no nosso Rock n’ Roll Clássico.

“Love Me Or Leave Me”, em alguns momentos lembrando um Beatles bem aprimorado, é o “If it Were Up To Me” do segundo album. Sobre um homem que fala sobre seus defeitos e como age em um relacionamento, deixando claro para a mulher que ela deve amá-lo ou deixá-lo, sabendo de tudo.

“Paralyzed”, uma das antigas e muito tocadas em todos os shows do Rooney, e uma das mais pesadas com relação a vocal, também não ficou de fora do novo album, com uma nova versão e vocais muito melhorados.

“What For”, a nona faixa do album, lembrando um pouco o estilo country, e com vocais bem suaves de Robert, falando sobre um relacionamento amoroso não muito bem sucedido: aconselhando o homem a pensar antes de magoar o coração da amada. Mostrando mais uma vez a mudança de estilo da banda, e mesmo assim sem sair de sua essência.

“All In Your Head”, lembrando muito os anos 70 e 80, principalmente no seu início – onde se lembra muito dos filmes antigos como Dirty Dancing e Curtindo a vida Adoidado. Falando sobre uma mulher que pensa que o homem é perfeito pra ela, e então ele diz que ele não é tudo o que ela pensa que é.

“Believe In Me”, a décima primeira faixa, sobressaindo-se com Louie nos teclados e Matthew  no baixo, acompanhados com um vocal com um quê de sexy com Robert e Taylor. Falando sobre um homem que tenta convencer uma mulher a acreditar nele, e que por causa de enganos e erros, ele está perdendo a amada.

Finalmente, fechando o album, “Help Me Find My Way”, surpreende os fãs mais do que nunca, sendo apenas Vocais, piano, violinos, violas, violoncelos e bateria. Uma música realmente nova no quesito estilo Rooney, que mistura o Pop Rock com o clássico, deixando esse mix um fechamento perfeito para o album tão esperado da banda. Falando sobre um homem que precisa achar um caminho, tendo que escolher qual seguir, e pede ajuda à alguém que o deixou.

Para baixar músicas da banda, clique aqui. E, se você se interessou pelos garotos, visite o site oficial, myspace e site fã do Brasil!

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4 pensamentos sobre “They are “Calling The World”!

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